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Pastoral: Encontro por sobre as águas
Escrito por Pr Moisés Alves dos Santos
Ter, 29 de Novembro de 2011 07:59
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"Senhor", disse Pedro, "se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas".
"Venha", respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre a água e foi na direção de Jesus. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: "Senhor, salva-me"
Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: "Homem de pequena fé, porque você duvidou?"  Mateus 14:28-31

Na última Sexta feira nos reunimos para orar em vigília. Na ocasião oramos pelos desafios que o Senhor nos apresenta no mês de dezembro onde várias atividades mostrarão como nosso Senhor Jesus tem sido amoroso, nos desafiando a prosseguir dando passos firmes em sua direção. Começaremos dezembro anunciando que Jesus veio ao mundo e é a prova de que Deus amou a humanidade e tem um plano completo para a salvação do ser humano. Nós clamamos ao Senhor por um direcionamento e ouvimos a Sua voz nos chamando para sairmos do barco, da segurança daquilo que nossos olhos estão vendo, sairmos da estrutura do barco e caminharmos com fé numa superfície desconhecida. E é isso que estamos fazendo agora, dando os primeiros passos de fé. Na escuridão da madrugada Jesus anda sobre as adversidades nos chamando para segui-lo. Todos nós sempre queremos seguir a Jesus dentro daquilo que julgamos seguro para não afundarmos,  mas Jesus não quer que seja assim. Ele então nos desafia, quer que confiemos totalmente nele, nos lembrando que embora nosso barco seja resistente, ele é apenas um veículo que nos ajuda a chegar no nosso destino. Nosso barco é bom, mas não é a nossa segurança. Nossa segurança é ir aonde o Mestre nos manda. Jesus vez por outra não estará na estrutura do que conhecemos como confortável e seguro e pedirá que o sigamos. Não poderemos agir com medo, assombrados, duvidando do poder de Jesus nas coisas que consideramos fora do contexto religioso, ou mesmo questionando se Jesus amoroso nos chamaria a sair do nosso conforto e segurança. Queridos, o Senhor não quer que o sigamos para nos “sentir bem”, quer que cresçamos para enfrentar a dura realidade de um mundo que não nos amará por segui-lo. (1João2:16). Sair do barco é para quem tem coragem e fé. Enquanto Pedro reconheceu o domínio de Jesus sobre toda a situação, ele conseguiu manter seu foco , conseguiu caminhar firmemente superando “os problemas”. Observe que os problemas não desapareceram enquanto Pedro perseverava! O que fez a diferença então? Foi a fé depositada no Senhor Jesus. Uma fé superficial não é suficiente para manter ninguém na superfície. Davi cita em seu Salmo 69 “Salva-me, ó Deus!, pois as águas subiram até o meu pescoço. ”Você já sabe o que Deus faz quando você pede socorro, porém deve saber também o que Ele diz a todos que se permitem afundar... “Homens de pequena fé.” Com clamor e lamento, coloque-se diante do Senhor, reconhecendo seu domínio e majestade assim como fez Davi. A tarefa de anunciar a Jesus jamais deverá ser feita baseada em nossas capacidades. Ela é um ato de fé. A fé de que Jesus mesmo, pelo seu espírito (Espírito Santo) nos fará lembrar todas as coisas necessárias para serem ditas (João 14:26) e fará coisas ainda maiores (João 14:12).

Paz nas lutas, só com Jesus .                 

Moisés Santos

 
Pastoral: Feliz a nação
Escrito por Pr Moisés Alves dos Santos
Seg, 14 de Novembro de 2011 21:33
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Como é feliz a nação que tem o Senhor como Deus, o povo que ele escolheu para lhe pertencer!”   (Salmos 33:12)

Você já deve ter percebido que nesta semana temos um feriado... 15 de novembro Dia da Proclamação da República , um movimento político-militar que derrubou a monarquia Imperial de Pedro II e instaurou os Estados Unidos do Brasil !

Em 1993 tivemos um plebiscito popular que nos permitiu escolher se preferíamos a volta de um rei que governaria sobre nós, ou se continuaríamos sendo uma republica onde escolhemos o nosso presidente.

Me lembro na época que pouco se sabia do que realmente poderia mudar se escolhêssemos um rei, mas muitos não votaram a favor da monarquia, pois achavam que estariam dando privilégios a uma família que eles nem conheciam, sem saber se realmente a situação do país mudaria pra melhor.

No 1º Livro de Samuel também temos um momento em que a insatisfação levou o povo a querer um sistema de governo diferente. Era Samuel quem governava o povo assumindo o papel de Juiz, (assim como Jefté, Débora e Sansão), mas os filhos de Samuel perceberam que seu pai já estava velho, deixaram seus corações serem levados pelo amor ao dinheiro e se tornaram pessoas gananciosas aceitando subornos em troca de favorecimentos. Os líderes de Israel olhando para aquela situação, foram até Samuel e pediram que Samuel “pendurasse as chuteiras”, pois ele estava velho e seus filhos não seguiam mais as suas orientações.

Que triste... Quanto tempo investido junto ao sacerdote Eli, quanto mau exemplo o próprio Samuel presenciou e agora ele estava diante da mesma situação. Os anciãos de Israel se congregaram e vieram a Samuel, a Ramá, e exigiram dele que colocasse sobre o povo um rei. Embora fosse esse o pretexto, na realidade o povo queria era igualar-se às demais nações. Manifestava, assim, um espírito vaidoso e rebelde. Mas o Senhor, visto que trata com o homem respeitando sua liberdade, depois de mandar Samuel alertar o povo sobre os perigos e as desvantagens do que pediam, ordenou a escolha do rei. Saul então em I Samuel 9:2 – 10:27 é ungido e aclamado rei.

Você deve estar pensando o que esta história tem a ver  conosco?  Todos nós temos a mania de acharmos que a culpa de tudo que nos acontece deve estar com os nossos governantes. A própria República teve essa motivação e com Israel não estava sendo diferente. O povo estava acostumado a usar do “Jeitinho” oferecido pelos filhos de Samuel e ainda assim só reclamaram quando perceberam uma melhor e mais vantajosa oportunidade de tirar proveito do que o sistema de benefícios oferecidos pelos filhos do sacerdote.

 
Pastoral: O conselho do Senhor permanece
Escrito por Pr Moisés Alves dos Santos
Qua, 09 de Novembro de 2011 15:49
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“ O conselho do Senhor permanece para sempre; os propósitos do seu coração de geração em geração. (Salmos  33:11)

Tem sido preciosos os momentos dedicados a rever minhas convicções teológicas. Melhor ainda me sinto ao perceber que as bases de nossa fé são sólidas e confiáveis, pois estão respaldadas pela Bíblia . Como é triste ver pessoas se contradizendo afirmando coisas que não são palavras inspiradas por Deus. Frases feitas para atender a vontade de homem, mas que não encontram nas escrituras apoio. O Apóstolo Paulo cita aos crentes em Corintios “A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” 
1 Coríntios 2:4-5. Nossas atitudes e decisões devem ter o respaldo do próprio Espírito de Deus que está em nós cuidando para que essas atitudes sejam as mesmas atitudes de Jesus, que em nós está continuamente sendo formado pelo processo da santificação. Assim, embora nossas decisões pessoais mesmo que não estejam totalmente no consenso da maioria, devem SEMPRE estar embasadas biblicamente. A Bíblia é a nossa regra de fé, e portanto, argumentos não embasados nela serão naturalmente  rejeitados pelo próprio Espírito que dirige a Igreja.

 
Pastoral: Bem, dirá você
Escrito por Pr Moisés Alves dos Santos
Ter, 11 de Outubro de 2011 04:24
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“Bem, dirá você, aqueles ramos foram tirados para dar lugar a mim; portanto eu devo ser mesmo muito bom. Tome cuidado! Lembre-se de que aqueles ramos (...) foram quebrados porque não criam em Deus, e você está ali só porque crê. Não fique orgulhoso; seja humilde e agradecido – e cuidadoso (Romanos 11:19-20)

 Você entende o significado das palavras “arrogância” e a  “modéstia”? É só observar o comportamento de um gato e de um cachorro e facilmente entenderemos as palavras.

O gato sempre cheio de si, se raciocinasse, certamente teria a seguinte posição diante de seu dono: “eu, mister gato, devo ser um deus por ser amado assim” (arrogância, presunção). Porém o cachorro recebendo o mesmo tratamento de seu dono pensaria: “ele deve ser deus para cuidar assim de mim” (modéstia, humildade).

 Não sei se você também vê assim, mas acho muito notável a diferente postura destes dois animais irracionais. Admito que a ilustração é uma viagem, mas qual dos dois comportamentos da ilustração se assemelham com as suas atitudes diárias diante de Deus? Será que seu comportamento considera que está diante de um Mordomo ou de um Único Deus?

 
Pastoral: Tenham cuidado
Escrito por Moises Santos
Qua, 28 de Setembro de 2011 09:57
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“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.” Colossenses 2:8.

Vivemos uma época em que a informação está a disposição de todos. Antes sabíamos se uma pessoa era estudiosa pela freqüência dela nas bibliotecas, por estarem sempre com um livro, pelas notas que tiravam nas avaliações e até pelo tipo de conversa que desenvolviam logo se percebia quem eram os interessados no conhecimento. Hoje a informação está em todo o lugar, vários meios querem chamar a atenção e mostrar credibilidade, apresentam novidades para estarem em destaque e saírem da mesmice. Claro que na internet encontramos muita informação e várias pessoas se colocam a disposição para apresentarem suas teses, darem seus alertas e ditarem uma nova onda de pensamento, na qual esperam estar mobilizando um número considerável de seguidores. Mas em meio a tanta informação, é preciso saber filtrar o que se lê, se ouve e se vê. O Filtro do cristão é a Bíblia, nela encontramos os ensinos que nos ajudam a ajustar nossas idéias nos revelando o que Jesus faria em nosso lugar. Nossas decisões sempre serão com paz se antes de decidirmos, orarmos nos colocando como instrumentos de Deus para fazermos a vontade dEle. A Palavra de Deus jamais pode ser usada para escravizar a mente, enganar pessoas ou leva-las a fazerem coisas que Jesus não faria se estivesse aqui, pois a Bíblia existe para que possamos conhecer a Jesus e conhecendo sejamos libertos de todas as coisas que limitam o homem de exercer sua condição de representante de Jesus (João 8:32).

 
Pastoral: Se o meu povo...
Escrito por Moises Santos
Seg, 12 de Setembro de 2011 22:16
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“Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.”    2 Cronicas 7:14

Semana passada fui a tão famosa Rua 25 de Março com a intenção de comprar bandeiras do Brasil para celebrarmos o dia da Independência. Fiquei espantado pois nenhuma loja tinha a nossa bandeira. Perguntei a vários vendedores e todos diziam que ninguém se importava. Até mesmo o comércio não tinha nenhuma intenção de aproveitar a esquecida “Semana da Pátria”, alguns diziam que o momento é para o dia das crianças e enfim as  poucas bandeiras que encontrei diziam não passar de "sobra" da Copa do mundo...Lamentável.
Mas no último domingo os irmãos da Pibec receberam bandeiras que serão utilizadas para um fim mais digno. Cada bandeira será revertida em uma oferta para Missões Nacionais. Com isso pretendemos além de cooperar com uma sociedade que ame sua pátria e honre sua bandeira, termos uma Igreja que ame a obra de Cristo e honre seus governantes.(1Pedro2:10-21).
Queridos, não podemos ser um povo guiado pelo modismo ou pelo comércio, não demora muito e a falsa idéia de um mundo globalizado tirará de nós o respeito pelas autoridades

mais próximas. Esse movimento começou a algumas décadas, quando a autoridade dos pais foi questionada, logo a dos professores, depois dos governos. Não vai demorar e a autoridade divina voltará a ser questionada, assim como fez a serpente no jardim de Deus, porém nós como servos do Senhor não podemos ser enganados e entrar na onda da falsa liberdade globalizada e com isso esquecer de nossa Pátria ou murmurarmos contra ela.

 
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